Diva do Mês #9

30 de agosto de 2011

Vou fazer uma breve explicação da coluna 'Diva do mês', que será feita em toda terceira semana de cada mês. A ideia é escolher uma pessoa do sexo feminino que seja uma diva para uma nós, ou para nós três. Uma escritora, uma cantora, atriz.... o objetivo é valorizar o trabalho de mulheres que mudam nossas vidas e merecem nosso apoio. Lá vai:
Diva de agosto:
Alecia Beth Moore 


Quem é?
  P!nk é uma cantora americana, dona de uma voz incrível e potente que ela usa para cantar música pop/rock pro mundo. Vencedora de 3 Grammys, P!nk está presente na mídia desde 2000, quando lançou seu primeiro album Can't Take me Home, com o single There You Go. Em 2001, lançou o M!ssundaztood e aí sim achou seu som, explodiu pro mundo, começou a cantar Don't Let Me, Get Me e a encantar todos os adolescentes e jovens divertidos com seus cabelos coloridos, jeito irreverente e letras criticas, engraçadas e sensíveis. Como curiosidade, vou dizer que a P!nk escolheu esse como seu nome de trabalho como uma alusão ao personagem Mr. Pink de Cães de Aluguel, o primeiro filme do diretor famosíssimo Quentin Tarantino.


Sobre seu trabalho:
Aos 13 anos, Alecia Beth dançava e cantava em shows na sua cidade. Aos 14, cantava com um DJ local todas as sextas feiras, no palco. Em uma dessas noites, a garota foi descoberta por executivos da gravadora MCA, e impressionou-os com o talento e a voz única. Após lançar o primeiro CD, ela acompanhava a boyband Nsync e fazia seu show de abertura, mas preferiu procurar um som que fugisse do universo teen que ela via ali. Nessa época, participou da versão do clássico Lady Marmalade, gravada para o filme (lindo) Moulin Rouge, ao lado da (divinissima) Christina Aguilera, Mya e Lil' Kim. Aproveitou o sucesso que veio da  canção e lançou o segundo CD, que deu lugar a singles como Just Like a Pill. Queridinha do público, participou com Beyonce e Britney numa campanha milionária da pepsi, cantando We Will Rock You numa arena de batalha, vestida pra matar. Foi premiada várias vezes ao longo dos anos, e em 2006 lança I'm not dead, reinventando toda a música que já fizera até então, alternando suas canções entre paródias, relatos e críticas mais fortes que nunca (e eu escolho como exemplo Dear Mr. President, que eu adoro) . Dando continuidade ao estilo próprio que desenvolveu com o tempo, em 2008 lança Funhouse e aparece tresloucada no clipe de So What e super entregue em canções como Sober. E sempre, sempre com o vozeirão rouco e potente que fazem dela uma das maiores divas da música da atualidade (isso além, é claro, do fato que ela canta o que quiser, e fica incrível).

Capa de I'm Not Dead.

O que eu mais gosto nela:  
 Acho que o que eu mais gosto na Pink são as letras das músicas. Tal como com Katy, a voz dela faz mágica com qualquer que seja a letra, comédia, crítica ou um desabafo, e de repente a música está dizendo muito mais e é como se alguém te entendesse. Dá pra relaxar e se divertir ouvindo Pink.
Trabalho que eu mais gosto:
I'm Not Dead, álbum de 2006.


Último trabalho até o momento:
Greatest Hits... So Far!, do ano passado, que, além dos óbvios melhores singles, veio com as inéditas Raise Your Glass, Fuckin Perfect e Heartbreak Down.


Website:
Mas... e aí?

Música sempre quis dizer muito pra mim, então volta e meia eu apareço aqui trazendo minhas cantoras divas. Eu adoro a P!nk. Sempre gostei, desde pequena. As letras sempre disseram muito pra mim, as batidas sempre me fizeram dançar e eu já, mais de uma vez, me vi chorando, cantando e berrando refrões como o de Don't let me, get me no espelho do banheiro (mas eu nunca o soquei, como a própria, haha). Gosto muito e recomendo principalmente os ultimos CDs, quando o som se tornou mais maduro e as letras ganharam mais atitude e uma ironia, uma despeito divertido, como em U + Ur Hand. Acho que é o tipo certo de música para qualquer situação, desde sua fossa até sua diversão. E o que mais você pode esperar de um cantor do que poder estar presente nas caixas de som o tempo todo? Só o que eu tenho a dizer é If God Is A DJ and life is a dance floor... Pink é definitivamente a trilha sonora. (ahan, ahan).

Beijo, Beijo e até a próxima!
Thai.

Na Minha Caixa de Correio #7

28 de agosto de 2011




Livros:

O Jovem Sherlock Holmes - Andrew Lane
O Enigma do Oito - Katherine Neville
Sereia - Tricia Rayburn
Razão e Sensibilidade/Orgulho e Preconceito/Persuasão - Jane Austen
Um Amor para Recordar- Nicholas Sparks

Pessoas e blogs:

Íris - Literalmente Falando 
Lívia - Leiturinhas

Lendo:

Entrevista com o Vampiro - Anne Rice

Promoção:

Antes que eu vá - Lauren Oliver

Uma ótima semana para vocês!
Celle.

O Mala - Mário Kostzer

27 de agosto de 2011



O Mala- Mário Kostzer
Editora Belas Letras - 74 páginas
Onde comprar: na editora  (o livro chega as livrarias dia 29/08, essa segunda. Assim que eu estiver com os link, eu atualizo aqui!)

O Mala: Manual de Identificação e Uso foi um livro que eu recebi essa semana da Editora Belas Letras. O título e a capa do livro foram suficientes para me fazer querer começar a ler logo e, como o livro é organizado em pequenas crônicas, comecei a ler no dia que chegou. E fui gostando tanto, que no dia seguinte eu já tinha terminado.

Quem nunca conheceu alguém alguém chato ? Ou alguém completamente insuportável ? Quem não tem um amigo que é um amor, mas em determinado assunto, como futebol ou política, se transforma e te faz querer ir para bem longe ? O Mala trata de todos eles. Organizado em crônicas curtas, a maioria de uma ou duas páginas, ele retrata situações nas quais nos deparamos com pessoas bem difíces de lidar. Tudo, é claro, de um jeito super bem humorado.

Eu adoro livros assim, com pequenas historias, casos, listinhas, desses que você lê bem rapídinho. E, no caso de O Mala, o que eu mais gostei foi que todos nós já passamos pela maioria das situações do livro. Primeiro, porque são todos casos do nosso cotidiano, que vem desde os defeitos do nosso melhor amigo até o do jornalista do jornal a noite. Além disso, o modo que ele escreve, bem engraçado, desperta uma coisa que todos nós gostamos, não adianta fingir que é mentira : falar mal de alguém ou alguma coisa. Criticar uma coisa que você não suporta, com muuito bom humor.Outra coisa boa em livros assim, próximos a realidade, é se identificar nas situações. Começar a ler e se perguntar se você faz aquilo também. Torna as coisas bem mais engraçadas.

Não posso deixar de comentar de como o livro é lindo e bem feito. A começar, é em capa dura. As folhas são daquele estilo plastificadas, com alguns detalhes coloridos. A parte de "Notícias Malas" mostra as manchetes dentro de jornais desenhados, uma graça. E, não podia esquecer, o espelho da capa é um espelho de verdade. Acreditem, fiquei colocando isso na frente do rosto de todo mundo pra eles se verem como malas.

Pro fim, indico O Mala. É engraçado, é rápido e, pra quem gosta do estilo, vai gostar desse também. Inclusive, uma coisa que sempre me vinha a cabeça durante a leitura é que quem não tem o costume de ler, poderia começar por ele. Por ser um livro pequeno, leve e engraçado, é ótimo para quem não tem vontade de começar por livros muito grandes, quem diz que não tem muito tempo ou que se perde no meio da leitura. Leiam todos e descubram a malice que habita em vocês também! :)

beijos
Julia

ps.: promoção! Para quem se interessou pelo livro (espero que todos vocês, ein), a partir de 1º de setembro, quarta feira, vai rolar a promoção "Uma Mala em Minha Vida". Ela irá eleger o melhor vídeo de humor, com duração de até 1 minuto O vencedor irá receber um prêmio de R$500,00 e seu vídeo será usado na divulgação do livro.
Entre no site e no blog da editora para conferir melhor e participem!

[Retroprojetor #13] Bonequinha de Luxo

26 de agosto de 2011







Título Original: Breakfast at Tiffany's
Título Nacional: Bonequinha de Luxo
 
Direção: Blake Edwards   
Roteiro: Truman Capote (romance), George Axelrod (roteiro)
Estrelando: Audrey Hepburn, George Peppard
Gênero: Comédia/Drama/Romance
Origem: Estados Unidos 
Duração: 115 minutos

Lançamento: 13 de novembro 1961 no Brasil

Comemorando seu aniversário de 50 anos de estréia, Bonequinha de Luxo finalmente entrou na minha caixinha de dvds. E filme bom é filme que meio século depois continua encantando e aumentando o número de fãs. E me conto como um deles, o filme é um amor. 

Holly Golightly (Audrey Hepburn) seria uma garota de programa de luxo em Nova York, mas, vendo o filme, eu realmente não achei que garota de programa traduza o que é a personagem da Audrey. Ela está mais para o luxo que para o programa... Holly faz de seu passado um mistério, ela é, em si, um mistério, mas extremamente cativante.

Boneca em comemoração de 50 anos
O novo plano de Holly é encontrar um homem rico e se casar com ele, assim parar com seus encontros... Ela, inclusive, quase se casa com um brasileiro muito rico que estava de viagem em Nova York quando a conheceu. Quase tivemos a Holly morando aqui, gente. Mas ela acaba encrencada e não dá certo. Como diz na sinopse no dvd, "adivinhar quem é o homem perfeito para Holly é fácil".

Paul Varjak (George Peppard) acabou de se mudar para o prédio de Holly e eles logo se conhecem. Ele é um escritor, mas tem sido sustentado por uma senhora rica infeliz no casamento. Sabe como é, ele não está muito diferente de Holly não. E eu achei isso muito engraçado. 
 
O filme é um clássico, não consigo falar nada de ruim, clássicos são clássicos. É engraçado e fofo. E valeria só pelos looks da Holly e trejeitos da Audrey. Um romance delicioso. Não é à toa que é referência até hoje, principalmente no mundo da moda.

Vamos agora a algumas informações extras, certo? George Peppard faleceu em 1994 e é também muito conhecido por fazer o Hannibal em Esquadrão Classe A, a série televisiva. Audrey Hepburn nasceu em 4 de maio de 1929 na Bélgica e morreu em 20 de janeiro de 1993 na Suíça. Ganhou vários prêmios e fez muitos filmes de sucesso, como My Fair Lady, que eu estou doida para comprar. 

Como eu amei pesquisar sobre a Audrey, meu próximo Diva do Mês vai ser sobre ela, que tal? Setembro é nosso, Audrey!

Recomendadíssimo, beijos, beijos 
Celle.


[Querendo Saber #1] Narração

25 de agosto de 2011

Olá, pessoal, como vão?

Resolvemos fazer uma coluna para saber a opnião de vocês sobre uma série de coisas. A gente vive tagarelando por aqui, mas queremos muito saber de vocês. Por isso, criamos a Querendo Saber!

A cada duas semanas vamos liberar aqui um formulário para vocês falarem o que quiserem (com a educação que todos nossos leitores possuem) sobre o tema sugerido. E nesse mesmo formulário, vocês vão poder indicar o tema sobre o qual gostaria de conversar no próximo Querendo Saber.

No próximo post da coluna, além do novo tema, haverá também o feedback do tema passado. Ou seja, vamos dar uma geral das ideias e usaremos os comentários que vocês fizerem para completar e exemplicar, ok? Já temos alguns outros temas na cabeça, mas veremos se vocês também querem falar sobre eles...

Sintam-se à vontade. Contamos com a participação de vocês! 

Essa semana vamos de narração. Algumas pessoas sabem exatamente o tipo de narração que preferem, outras não exatamente, como eu. Eu prefiro 1ª pessoa e feminina para livros YA, romance, chick-lit, essas coisas e 3ª pessoa para aventura, sci-fi e afins; na maioria da vezes. Mas acho que também depende muito do autor, nem todos conseguem escrever bem com qualquer tipo de narração.



Beijos, beijos,
Celle


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