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Sangue na Neve - Lisa Gardner

21 de junho de 2014

Sangue na Neve
Sangue na Neve
Lisa Gardner
Editora Novo Conceito
416 páginas
2013


Há um tempo atrás, eu fiz um post falando sobre Viva para Contar, da Lisa Gardner. Curti muito a leitura, fiquei curiosa para ler mais, mas quando Sangue na Neve chegou aqui em casa, acabei enrolando para pegar. Enfim resolvi lê-lo e agora estou doida para ler mais da autora e ver a Novo Conceito lançando todos os livros dela! 

Sangue na Neve é mais um livro que acompanha a detetive D.D. Warren. Dessa vez, ela é chamada para investigar o assassinato de Brian Darby, cometido pela esposa Tessa Leoni, uma policial, em legítima defesa. A princípio, parece um caso de violência doméstica que terminou em morte, como muitos outros. Mas quando D. D. inicia sua investigação e descobre que a filha de Tessa, Sophie, está desaparecida, ela percebe que há muito mais por trás da história.

Lisa Gardner não precisou de muitas páginas para me conquistar com esse livro. Ela alterna a narração em primeira pessoa de Tessa Leoni, com a em terceira pessoa da D.D. Warren e logo no começo já percebemos algumas coisas estranhas no caso. E a medida que vamos lendo, somos apresentados a mais fatos, pistas, reviravoltas até chegar a um desfecho incrível e que eu não esperava mesmo. A autora insere vários elementos e personagens, mas consegue manter a trama bem feita, sem deixar buracos ou confusa. E, o mais importante, eu passei o livro inteiro sem saber em quem confiar. Muitos thrillers buscam fazer isso, para te deixar sem saber quem é o culpado, mas nesse livro funciona tão bem! Virei muito fã da Lisa Gardner, gente! 

Infelizmente, eu não gostei da D.D. Warren nesse livro. Para quem não sabe, a autora tem uma série acompanhando a detetive onde Viva para Contar é o quarto e Sangue na Neve o quinto. É completamente possível ler fora de ordem, porque cada livros traz um caso diferente, mas a história da D.D. fica um pouco mais solta. Por isso, ela toma algumas atitudes nesse livro que me incomodaram bastante, até porque eu acabei me apegando mais a Tessa, mesmo ela sendo uma pessoa totalmente suspeita. Achava a D.D. fria demais e não havia nada que pudesse justificar o jeito dela, já que eu praticamente não conheço sua história.

Então, para quem gosta de um bom thriller, indico que leiam Lisa Gardner. Li dois livros dela e gostei muito dos dois! Espero que em breve a Novo Conceito complete a série da D.D Warren e, quem sabe, eu crie uma simpatia maior por ela. haha

beijos

Vinte garotos no verão - Sarah Ockler

30 de abril de 2014

Vinte garotos no verão
Vinte Garotos no Verão
Sarah Ockler
Editora Novo Conceito
288 páginas
2014



Anna viaja com sua melhor amiga Frankie e seus pais para a Califórnia, no que elas apelidaram de O Verão dos Vinte Garotos. Se elas conhecessem um garoto por dia, durante vinte dias, teriam muitas opções e provavelmente viveriam um romance de verão. Mas, além da viagem ser a do Verão dos Vinte Garotos, é também a primeira viagem que elas fazem após o acidente de carro que sofreram que resultou na morte de Matt, irmão de Frankie. E com por quem Anna era apaixonada - e havia descoberto que era correspondida - mas não contou para a sua melhor amiga antes da tragédia. 

Sarah Ockler nos presenteia com uma história ambientada em um lugar lindo, sobre amizade, amor, família e seguir em frente. Eu comecei esse livro com as expectativas bem altas e não me decepcionei. Além disso, não esperava a quantidade de emoções que ele proporcionou. Eu achei incrível como a autora conseguiu misturar todos esses sentimentos, porque toda a família e Anna estão por um momento difícil, mas tentando superar. Há cenas muito bonitas de Frankie, Anna e sua família lembrando de Matt; outras divertidas de Anna e Frankie, que também mostram como a amizade das duas é verdadeira. Mas, em todo o tempo, temos um clima triste devido ao luto por Matt. 

Muito infelizmente, eu acho que talvez a tradução tenha deixado um pouco a desejar. Eu não gosto muito de criticar esse aspecto, porque eu não comparei com o original. Mas haviam algumas passagens que me deixavam com vontade de ver como eram em inglês, porque as frases me soavam estranhas. Enfim, esse foi o motivo de eu tirar um lápis da nota. Não aconteceram milhares de vezes, mas eu realmente achei que as poucas foram suficientes para atrapalhar a minha experiência de leitura. Mas, bem, pode ser que você nem note. 

Por fim, acho que vocês já devem ter percebido que, mesmo com alguns probleminhas, eu gostei bastante da leitura. Me conquistou mesmo e eu espero que vocês deem uma chance a ele!
beijos

Perdida - Carina Rissi

28 de dezembro de 2013


Perdida
Carina Rissi
Editora Verus
364 páginas
2013
 

Sofia vive em uma metrópole, está habituada com a modernidade e as facilidades que isto lhe proporciona. Ela é independente e tem pavor a menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são os que os livros lhe proporcionam. Mas tudo isso muda depois que ela se vê em uma complicada condição. Após comprar um novo aparelho celular, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como ou se voltará. Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa. Com a ajuda do prestativo Ian, Sofia embarca numa procura às cegas e acaba encontrando algumas pistas que talvez possam leva-la de volta para casa. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...

Após ter gostado muito de Procura-se um marido e a Verus lançar a nova edição do outro livro da Carina Rissi, não resisti e comprei rapidinho. Logo entendi porque esse livro é tão queridinho por aí. A história é incrível, os personagens são apaixonantes e o livro é muito engraçado! Eu realmente amei tudo nele (especialmente o fato da autora estar lançando a continuação! YAY!). 

Para começar, o que eu mais gostei no livro - e também o que rende as cenas mais engraçadas - é o choque da Sofia ao chegar em 1810. Foi bem curioso, porque embora seja bem óbvio que haviam muitas diferenças, há alguns detalhes que nós acabamos não lembrando de primeira, como os livros que já existiam ou algumas expressões. A impressão que eu tinha é que quando eu achava que não teria mais nenhuma surpresa e a Sofia já estava mais adaptada, eu descobria mais uma grande diferença entre as duas épocas. E, claro, as reações da personagem ao descobrir os costumes da época são as mais hilárias. 

Só que, além da Carina ter criado esse enredo super diferente, ela criou uns personagens maravilhosos também. Eu amei a Sofia desde o começo. Outro personagens que amei no segundo que apareceu foi o Ian... um verdadeiro cavalheiro que tentava muito entender o que a Sofia dizia e porque ela estava com as pernas de fora! Vê se pode. A irmã do Ian também era muito fofa, dava vontade de entrar no livro para cuidar dela. Esses três merecem destaque, mas acho que eu gostei até de quem não era pra gostar.

Perdida foi uma leitura leve e engraçada no melhor estilo conto de fadas moderno (talvez não tão moderno assim haha). Entrou para os meus chick-lits favoritos e acho que vocês todos devem correr para ler. Só posso fechar esse post de uma maneira depois de tanta babação:

CARINA, SOU SUA FÃ! (E que Perdida 2 venha logo!)


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