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[Retroprojetor #39] Amanhecer Pt. 2

21 de dezembro de 2012

Amanhecer Parte 2 (Crepúsculo #5)
Diretor: Bill Condon
Gênero: fantasia, romance
1h 56min
Estreia: 16 de novembro de 2012

No quinto e último filme dos quatro livros da série vampiresca da Stephenie Meyer, Bella continua exatamente de onde parou no filme anterior: inconsciente após o nascimento de sua filha Renesmee. E então ela acorda e é uma vampira. Super forte, rápida, "linda" e maquiada. 

Eu li todos os livros na minha época, e gostava bastante deles, mas não lembro de muitos detalhes de Amanhecer. Então não sei bem dizer o que foi fiel ou não ao livro, mas digo que achei esse o melhor filme da saga. E acredito que, de modo geral, os fãs tenham ficado satisfeitos. O filme tem toda uma introdução, de Bella como vampira, sua filha e Jake, família feliz ou não. Essa parte não é lá muito interessante. Comecei a gostar do filme depois de, não sei, uns 40 minutos, depois que Alice tem uma visão. Ela vê os Volturi - os vampiros mais poderosos do mundo - indo até eles, em busca de Renesmee. 

Crianças vampiras são proibidas pois não conseguem manter a raça em segredo e os Cullen são acusados de terem uma dessas crianças. Mas a acusação é injusta, pois Renesmee nasceu de Bella enquanto ela ainda era humana. Os Cullen precisam provar que são inocentes, sem por Nessie em risco. E ainda descobrir que tipo de criatura ela, de fato, é. Então eles começam a reunir vários amigos vampiros para servirem de testemunhas - ou soldados. Eu gosto muito desse tipo de coisa de reunir amigos e formar um grupo de ataque. Mesmo que eles não quisessem atacar ninguém.

Por fim, fiquei satisfeita e bateu até um sentimento de nostalgia. Em especial a parte final do filme, cheia de ação, ficou muito legal. E todos os atores que passaram pelos cinco filmes rolando nos créditos. Recomendo sim.

Beijos,beijos,
Celle.






A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, Steph Meyer.

20 de julho de 2011


   MEYER, Stephenie. 
   A Breve Segunda Vida de Bree Tanner: uma história de eclipse.  
   Intrínseca, 2010. 
   192p.

   Para quem já leu Eclipse, Bree Tanner não é nenhum grande mistério. Embora você não saiba onde a história dela começa, você sabe exatamente onde ela acaba. E por isso você fica tentando não gostar muito da personagem. Eu, pelo menos tentei (e falhei, ai céus).
    A história de Bree já começa no bando. Ela não lembra muita coisa do antes. Só que passava fome e que Riley lhe ofereceu um hambúrguer para atraí-la para sua morte. Depois, dor, uma vampira assustadora, mais dor, e vida nova. Medos novos. Sua vida torna-se uma rotina de caçar e esconder, para evitar a luz do sol e evitar entrar nas brigas dos outros vampiros novatos, que nunca terminam. Eles se dividiram em bandos e estão sempre em guerra, morrendo aos montes, e Bree só quer ficar de fora. Para isso, ela se “alia” a Fred, um vampiro que tem a capacidade de causar repulsa nas pessoas (na verdade, ela se esconde atrás dele. Mas se ele deixa, então não deixa de ser uma aliança, rs).
    Numa de suas viagens de caça, Bree se aproxima de Diego, o braço direito de Riley, simplesmente por que ele não é um idiota. Sendo um pouco mais velho, Diego já tem a cabeça fria e o temperamento mais sociável que os outros recém-criados. Mais o que ela não esperava era ficar presa com ele no fundo do mar, com medo de ser torrada pelo sol. Mas Diego mostra a Bree que ele conhece alguns segredos, alguns furos na história contada por Riley para domesticá-los. Diego ensina a Bree a pensar em sua situação, ao invés de apenas sair correndo por aí e se esquivar das brigas dos outros vampiros. E, enquanto ficam amigos e saem ao sol e resolvem mistérios e perguntam porquês, se apaixonam também. Adoro o Diego.
     Só o que o Diego é amigo do Riley, e não tem certeza de suas suposições. E, embora apaixonado também pela Bree (achei tão legal ver como funciona o se apaixonar num vampiro. Era uma coisa que eu era muito curiosa pra ver na série twlight, e nunca soube) ele quer tirar as coisas a limpo com o amigo. E é aí que tudo desanda. De repente, Riley está falando sobre um clã antigo de vampiros de olhos amarelos, sobre uma batalha, e sobre Riley esperando lá. Bree não tem nenhuma escolha a não ser entrar na briga. E nós sabemos bem como isso acaba (mas achei genial saber que ela estava bem passando informações pro Edward na hora H. Garota esperta).
Bree Tanner no filme Eclipse.

     Breve Segunda Vida não é nenhum livro excepcional, mas é um livro de leitura gostosa e envolvente. Quase me fez ter saudade da minha época de leitora da tia Steph (E aí eu lembro da Bella e mudo de ideia rapidamente, rs). É bem rápido, bem dinâmico, e te mantém preso, mesmo você já sabendo qual é o final. Mas foi legal, de todo modo, ver os Cullen por outro ponto de vista que não o encantado da Bella (todas as palavras usadas para descrever o Emmet me faziam vibrar, rs). Também saber de alguns pormenores da batalha, algumas coisas que você nem desconfiaria, por exemplo, sobre os Volturi (bem, desconfiaria sim). É um livro bem legal pra quem já leu a série. Pra quem não leu é legal até entrar na batalha. Afinal de contas, aí a coisa fica meio perdida, por que se você não sabe quem são os Cullen ou os Volturi ou os lobos (que a Bree estava achando que eram vampiros, tolinha) o final da historia não parece tão genial. Eu achei a Bree muito menina esperta e se não tivesse lido a série, não teria achado.
Bem, bem, então deixo aí o livro recomendado pra quem já leu Twilight. E se você não leu (onde você andou nos últimos três, quatro anos?), leia até Eclipse e vá ser feliz, por que BD é um atraso de vida. Mas isso é papo pra outra resenha, rs.
   Beijo, beijo,
      Thai.

The Host/ A Hospedeira - Stephanie Meyer

22 de outubro de 2010

Então, olá! Eu sou Thainá e essa é a minha primeira resenha para o trêslápis e eu estou um tanto quanto receosa. Pra fingir que não, eu vou falar logo do livro que escolhi para falar primeiro aqui que é o The Host (A Hospedeira, no Brasil), da Stephanie Meyer, autora já conhecida pela saga Crepúsculo. Como todos os outros da Steph, este também veio pela Editora Intrínseca, que tem aquelas páginas amarelas recicladas que eu adoro. Anyway, vamos ao livro.


"The Host"
Stephanie Meyer
Editora Intrínseca
560 Páginas


The Host conta a história de Peregrina, uma alma, ou seja, uma alienígena que é implantada num corpo humano para viver uma nova vida no planeta Terra recém-conquistado por sua espécie. Mas Peregrina, Peg pros íntimos, acabada sendo colocada no corpo de uma humana da resistência, Mell, que se recusa a deixar o corpo para a estrangeira. Mais que isso, Mell se recusa a dar a Peg o controle sob suas lembranças, escondendo dela parte do seu passado. É o suficiente para manter Peregrina ocupada dentro de sua própria mente.

Quando The Host saiu, eu não estava dando nada por ele. Provavelmente por que já tinha tido minha cota de decepção com a tia Steph em BD, e não estava preparada para me voluntariar a mais. Mas a Americanas estava em promoção, então... haha. Foi a minha sorte. O livro foi uma deliciosa surpresa.

A história é meio lenta no começo, e pra quem já tinha se desacostumado com a descrição excessiva da Stephanie, pode ser uma leitura bem difícil. Apesar disso, eu devorei o livro em dois dias. A história vale o primeiro esforço, acredite. A edição não é das melhores, tem um bocado de erros nela, mas nada que comprometa seriamente o desenrolar do livro. Ele ainda é um dos melhores livros da Tia Steph e, agora, um dos meus favoritos dela (ao lado do meu incomparavelmente bom New Moon).


Peregrina e Mell vão se entendendo aos poucos e junto com as lembranças de Mell, vem também os sentimentos que ela tinha por seus entes queridos; o irmão mais novo Jamie e o namorado Jared. E então elas partem em busca deles, dando as costas a civilização e procurando-os entre os sobreviventes da infestação alienígena. Daí pra frente é sobre a relação de Peg e Mel e das duas com o resto dos humanos, que nem sempre estão dispostos a aceitar o comportamento nada normal dessa alma em particular.

Vale ressaltar o tio Jeb, que é o tipo de personagem que você está sempre desconfiando e o Ian, obviamente, que assim que surgiu no livro eu já sabia que ia ser o meu cara. Por que eu detesto os mocinhos óbvios, logo o Jared não tocou completamente o meu coração. Mas ele ainda é muito bom, haha.

Então, sobre The Host, era isso o que eu podia dizer pra vocês. Deixem suas próprias opiniões a respeito, se já leram.

Beijo, beijo.
T.
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