[Promoção] Férias Literárias

16 de junho de 2012

Olá, pessoal :)
Como vão? 


Bom, nada melhor do que descansar muito nessas férias de meio de ano e, claro, aproveitar esse tempo para ler muito! 

Então, o Três Lápis se juntou com mais três blogs para fazer uma super promoção de férias literárias. 


s, com o o Mr. Books, o Walking em Bookland e o Doce Encanto, temos quatro livros para sortear entre dois vencedores. 
São eles:
  • Três Lápis - A Casa das Orquideas de Lucinda Riley (Editora Novo Conceito)
  • Doce Encanto - Conselho de Amiga de Siobhan Vivian (Editora Novo Conceito)
  • Walking in Bookland - Garota Replay de Tammy Luciano (Editora Novo Conceito)
  • Mr. Books - Pollyanna Moça de Eleanor H. Porter (Editora Martin Claret)

Regras:
  •  Ter endereço de entrega no Brasil
  •  Seguir os 4 blogs pelo GFC
  •  Comentar no post da promoção (não precisa ser em todos os blogs participantes)


Chances Extras:
  • Seguir pelo twitter
  • Curtir a pagina do facebook
  • Tuitar a frase da promoção: "Os blogs @_DoceEncanto_ @MrBooks_ @treslapis @Booklanding se juntaram e vão sortear 4 livros nessas ferias"



O sorteio será via Rafflecopter, só seguir as regras por ele. É um método que temos usado muito, então acredito que todos já saibam como ele funciona. Mas, qualquer duvida, só deixar um comentário! :))


a Rafflecopter giveaway


Espero que vocês gostem e participem muito. A promoção começa hoje e vai até o dia 28/07 (um dia depois do aniversário da Celle ^^).
Beijos!

Let the games begin









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Rabiscando em Série #10

14 de junho de 2012

Yeeeey, ele voltou. Eu sei que vocês estavam com saudade dos nossos devaneios acerca de séries. E como eu passei pra Terra da Rainha em matéria de série e agora só quero saber de BBC, hoje vamos falar de Robin Hood!

Sobre a Série:
Robin de Locksley acaba de voltar da Guerra Santa - aka cruzadas - depois de servir na guarda pessoal do rei com seu leal servo Much. Ttudo o que deseja é um pouco de paz nas terras que ama. Mas o que ele encontra ao retornar é uma região devastada e empobrecida, extorquida até o limite pelo novo Xerife de Nottingham, que cobra impostos altíssimos e arbitrários da população para colocar no bolso  financiar a guerra santa. E, apesar de querer seu merecido descanso será? ele não fica parado e faz o que pode pra trazer as coisas de volta ao normal, não deixar o xerife acabar com o povo e ainda impedir que o braço direito do mesmo, Sir Guy, fique com a mulher que ele ama e mate o rei

todo o time, yey *-*
Quem Faz:

Quem interpreta o Robin é o fofo Jonas Armstrong. Não, nós nunca ouvimos falar dele antes. E nunca ouvi falar dele depois também. Mas ele é fofo. E pisca. Não dá pra não amar.
Já no bando de foras da lei que acompanha o nosso amado e querido herói temos Harry Lloyd, que recentemente interpretou o Vasirys na primeira temporada de Guerra dos Tronosfazendo Will Scarlet. Ele também fez participação em dois episódios da terceira temporada de Doctor Who, outra série que eu preciso falar sobre pra vocês morrerem de amores. Ainda no bando, temos Joe Armstrong fazendo Allan A Dale, Gordon Kennedy fazendo Little John (ou John Little, como preferir), Sam Troughton fazendo Much, o braço direito de Robin, William Beck fazendo o Roy e Anjali Jay fazendo Djack, a sarracena.
Richard Armitage seduzindo como Sir Guy
  Como Marian, a musa do Robin, temos Lucy Griffiths, que aparentemente fez participação em True Blood em algum lugar da terceira temporada e, segundo o tumblr, teve uma relação selvagem com o eric e como o temido e espirituosíssimo xerife de Nottinghan temos Keith Allen, que eu tenho certeza absoluta já ter visto em algum lugar. E por último, mas não menos importante, como o charmoso rival de Robin temos Richard Armitage, fazendo Guy Gisbourne, braço direito do xerife. O único lugar em que eu consegui lembrar que ele já esteve foi como pseudo figurante em Capitão América. Ele é o cara que está infiltrado e atira em todo mundo na transformação do Capitão, e que o Steve Rogers persegue no começo do filme.

Desenvolvimento:
Robin Hood segue aventuras de Robin, e os episódios não são ligados uns aos outros. É claro que eles seguem uma ordem, mas nada que vá atrapalhar se você pegar todos os episódios sem numeração e quiser assistir assim mesmo. Isso particularmente me incomodou um pouquinho, por que eu gosto de episódios duplos e de coisas que você precisa acompanhar pra entender. A trama principal é, de modo geral, não deixar o xerife maltratar demais a população. Só que para derrubar o Xerife, o Rei Richard precisa voltar da terra santa. Oras, isso é meio fora da esfera de poder de Robin Hood, correto? Talvez...
Correndo em paralelo temos a história de Marian, filha do antigo xerife, e, tal como o ahem amigo Robin, não consegue ficar parada diante do sofrimento das pessoas da região. Mas ela procura atuar dentro da lei, e meio que conta com a proteção de Sir Guy, que está eu acho e ele acha,mas sei não apaixonado por ela. 
Enfim, a série é de 2006 e teve 3 temporadas, e apesar de os comentários acerca da terceira não serem assim tão positivos, eu estou animada. Acabei de assistir a primeira temporada - em maratona de felicidade - e a segunda está aqui só esperando pelo tempo vago. 

Jonas não podia ser mais fofinho nem que tentasse
Marian e Robin, otp feelings
Sir Guy transbordando sensualidade, rawr

then he put a arrow on your knee
Enfim, por que assistir?
Por que é lindo. Bem, bem, sejamos francos, como em quase toda série britânica que eu sento pra assistir, os efeitos podiam ser melhores e as lutas menos coreografadas, mas é divertido. O Xerife é cruel, desalmado mesmo, no melhor estilo quero-o-meu-dinheiro-e-mais-é-que-você-morra, mas ele é tão engraçado. Robin é engraçado. Much é engraçado. Os personagens são todos adoráveis, cheios de manias, de piscadinhas e sedução. Mesmo os vilões tem que ser amados Guy, let me love you. A série ainda trata, com alguma leveza mas nenhum disfarce, de temas como a própria guerra e o efeito que causa nos homens que retornam das cruzadas, o preconceito, a motivação dos heróis. É uma série fofa, divertida e curta, que vale seu tempo e vai te fazer dar risadas - e até chorar. Recomendo terrores. Achei uma promo da Season 1 no youtube, não é lá essas coisas, mas já dá pra ter noção do estilo do Robin, rs. Depois me digam se curtiram, ok? *-* 







Beijo, beijo,
Thai.  







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Tudo o que ela sempre quis - Barbara Freethy

13 de junho de 2012

Tudo o que ela sempre quis 
Barbara Freethy
312 páginas
Editora Novo Conceito

Natalie, Emily, Madison e Laura eram amigas muito unidas há dez anos atrás, até uma tragédia mudar completamente o rumo de suas vidas. Uma noite, em uma festa, um acidente causa a morte de Emily. Elas acabam se separando. No entanto, dez anos depois, um autor desconhecido lança um livro com uma história muito parecida com a delas e a morte de Emily. Com uma diferença marcante: no livro, Emily teria sido assassinada. Por uma das três. E, de repente, as três retomam contato entre si e com outras pessoas de seu passado para tentar entender quem está por trás do livro e o que realmente aconteceu na noite da morte de Emily.

A primeira vez que eu vi esse livro, eu não o quis nem um pouco. Capa e título de romance meloso. Quando eu finalmente dei um pouco mais de atenção a ele, li a sinopse e descobri do que se tratava, minha opinião mudou totalmente. Fiquei muito curiosa para saber mais sobre o mistério. Na verdade, o livro conta com bastante romance também, mas combinado com suspense e com um ótimo resultado final.

Apesar do livro contar a história das quatro amigas, ele se foca principalmente em Natalie e no irmão de Emily, Cole. Há vários outros personagens além dos dois e de Laura e Madison, o que traz mais opções para o possível culpado e deixam a trama mais interessante. Apesar de ter gostado de todos os personagens, achei que o relacionamento entre eles parecia um pouco falso. Não que os personagens não se gostassem, mas o jeito com que eles interagiam e seus diálogos soavam um forçados demais, na minha opinião. A parte do romance no livro acabou perdendo muitos pontos por esse motivo. Eu ainda torcia para que desse tudo certo nesse aspecto, mas só porque queria que tudo acabasse bem e feliz.

O ponto alto do livro para mim foi o suspense. O livro tem um ritmo muito rápido que, somado com minha curiosidade, fizeram com que eu lesse sempre que podia. A "investigação" se dá pelos próprios personagens (Laura, Madison e Natalie), então ela não tem aquele caráter policial, oficial. São várias pessoas tentando ligar os pontos de um jeito simples, o que faz com que você acompanhe bem. Acho que a autora soube manter muito bem o mistério por quase o livro todo. Lá pelo finalzinho, quando a história já está encaminhada, ele fica mais previsível, mas ainda assim bem legal. 

Enfim, acho que é um livro que vale a pena ser lido. Tem um suspense legal e um romance bem bobinho, e achei que teve um saldo bem positivo ao final. Não tinhas expectativas muito altas e ele acabou me surpreendendo por ser viciante. Mas, de certo modo, acho que ninguém deve ir para ele com expectativas muito altas. Então, não esperem demais e leiam, que acredito que vão gostar também!


(Obs.: Pretty Little Liars com adultos e a -A escrevendo um livro! Só eu tive essa impressão?)

beijos
Julia




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Na Minha Caixa de Correio #28

10 de junho de 2012

Baseado no In Mail Mailbox do The Story Siren


Livros:


Beijos,
Celle.


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O Pacto - Gemma Malley

9 de junho de 2012

O Pacto - The Declaration 1
Gemma Malley 
Editora Rocco 
288 páginas

Descobri esse livro quando estava eu, assim como quem não quer nada, passeando pelo blog Nem Um Pouco Épico e me deparei com um post da Dayse cujo título é O Pacto: A distopia que ninguém leu. Como eu não só não havia lido o livro, mas como também nunca havia ouvido falar nele, resolvi ler o post. 

Acabei descobrindo um distópico que me parecia ter muito potencial e um apelo muito válido á equipe de marketing da Editora Rocco (?). Caso a minha resenha, ou ainda assim, não consiga fazer vocês se interessarem pelo livro, leiam o post do NUPE. Então, com um golpe de sorte, consegui trocar um livro meu que eu não queria ler por um O Pacto pelo skoob!

O Pacto é narrado em terceira pessoa, porém também acompanhamos as escritas de Anna em seu diário (ilegal). Anna é uma Excedente. Ele mora em Grange Hall, uma casa que abriga jovens Excedentes, ou seja, quase todos os jovens. E Anna é uma chata. Mas a parte boa é que o objetivo da autora é que a Anna seja chata, mas eu vou falar sobre isso mais para o final da resenha. 

O ano é 2140. E as pessoas podem escolher não morrer. Perfeito, não? Quem não quer viver para sempre junto com seus amigos e familiares? Só que meio minuto de reflexão pode mostrar os problemas desse novo mundo. Os principais: superpopulação e escassez de recursos naturais. Já passamos por isso com pessoas morrendo às toneladas, imagina se ninguém morresse? Como tantas pessoas iriam comer

A única solução seria ninguém mais nascer. O Pacto é uma espécie de tratado que diz basicamente uma vida por outra. Você só poderia ter um filho se abrisse mão da sua "imortalidade". Mas, ainda assim, algumas pessoas acabam por nascer ilegalmente. Esses são os Excedentes e eles são criados para, ao menos, tentarem diminuir o prejuízo que causaram ao mundo apenas nascendo, se tornando Ativos Valiosos. O mundo está, então, velho

Como eu já disse, Anna, nossa personagem principal, é uma Excedente. Mas ela quer com muito fervor se tornar uma Ativa Valiosa e realmente acredita que seus pais são pessoas horrorosas e egoístas, que só pensaram neles mesmos ao darem a vida a ela mesma. Anna é uma Monitora e usa muito bem todo seu poder (quase nenhum) para manter tudo em ordem, manter as outras meninas de Grange Halll em ordem, e obedecer à sra. Pincent, a diretora de Grange Hall. Ela acredita no sistema. 

É bastante triste ver como Anna foi criada, afinal, ela acredita mesmo que não tem direito à própria vida e tenta compensar o mundo o mais que pode. Ela, no mínimo, não sabe nem o que é o amor. Ela não tem nem um sobrenome. Mas, ao mesmo tempo, a sua ingenuidade e a vontade de fazer algo de bom para o mundo (mesmo achando que essa é sua obrigação) são muito bonitas. E Anna nem é tão cruel como as outras meninas. Com o passar das páginas, eu acabei me afeiçoando muito a ela. 

O mundinho nem um pouco perfeito, porém conformado, de Anna muda completamente com a chegada de um novo Excedente em Grange Hall. Peter chega para mudar tudo. Cheiro de romance, é claro, né? Mas não é tão simples assim, lembre-se de que eles não são jovens "normais" e não convivem com jovens "normais".

O Pacto é um livro que faz várias críticas a uma sociedade que não está tão longe assim da que vivemos hoje. Não é nada muito cheio de ação e sangue, mas é bem emocionante e bonito. Está muito recomendado. Vamos tentar reverter a situação dessa série no Brasil e trazer as próximas traduções para cá!

Beijos, 
Celle. 

P.S.: Mandei um e-mail para a Rocco falando sobre esse livro. Veremos se ajuda.



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